Gestão de reservatórios: o caso da usina hidrelétrica paraibuna

Autores

  • Viviane Martins Soares Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN-USP)
  • Janara Camargo Matos Faculdade de Tecnologia de Praia Grande

Palavras-chave:

Hidrelétrica, Represa Paraibuna, Gestão de reservatório

Resumo

A água é um bem de usos múltiplos e fator essencial para a existência e manutenção da vida. Uma das suas utilidades está na geração de energia elétrica. Para isto, é necessária a construção de reservatórios que demandam de grande área para inundação, consequentemente, causando diversos impactos sócio-ambientais. Na intenção da preservação da qualidade da água e da mitigação desses impactos gerados na construção de usinas hidrelétricas, algumas leis foram instituídas, como a Política Nacional dos Recursos Hídricos, lei 9.433/97. Por meio desta lei, as Bacias Hidrográficas se tornaram a unidade parâmetro de gestão e surgiram os Comitês de Bacias. Na Bacia do Rio Paraíba do Sul existem diversas usinas hidrelétricas, sendo uma delas a Usina Hidrelétrica Paraibuna, gerida pela Companhia Energética de São Paulo (CESP). Este artigo pretende descrever um breve histórico da construção e demonstrar aspectos da atual gestão do reservatório, formado pelo complexo de represas Paraibuna-Paraitinga, localizado no Estado de São Paulo. Os dados foram coletados e analisados por meio de pesquisa bibliográfica e documental, bem como observações diretas dos autores realizadas durante os anos de 2009 e 2010.

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Publicado

2012-10-01

Como Citar

SOARES, V. M.; MATOS, J. C. Gestão de reservatórios: o caso da usina hidrelétrica paraibuna. Revista Processando o Saber, v. 4, n. 1, p. 08-25, 1 out. 2012.

Edição

Seção

Tecnologia em Gestão Empresarial